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John Gray

Filósofo político

Gray é um influente pensador da Nova Direita inglesa e antecipou em seus trabalhos eventos globais como a queda do comunismo, o desastre do pós-guerra no Iraque e a crise financeira de 2008. Filósofo político com prestígio no meio acadêmico, cursou seu doutorado na Universidade de Oxford. É professor emérito da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, onde ensinou a cátedra Pensamento Europeu no período de 1998 a 2007.

Conhecido por suas críticas ao humanismo e ao pensamento utópico, é autor de dezenas de livros traduzidos para mais de 30 idiomas. Produziu obras importantes sobre política e filosofia, como Falso amanhecer – Os equívocos do capitalismo global e Al-Qaeda e o que significa ser moderno. Mas foi com Cachorros de palha que despontou na mídia e para os leitores em geral. Escrito em pequenos blocos, o livro desafia as suposições sobre o que significa ser humano e defende que o humanismo é uma ilusão e que todo o pensamento ocidental se baseou em crenças equivocadas sobre o lugar dos indivíduos no mundo.

Atualmente, contribui com regularidade para as publicações The Guardian, New Statesman e The Times Literary Supplement. Sua mais recente publicação no Brasil, A busca pela imortalidade, aborda a obsessão com a natureza da morte e as diversas tentativas do homem de explicar ou provar que existe vida após a morte.

John Gray defende que a humanidade é uma espécie gananciosa por destruir outras formas de vida e, assim como os animais, não possui controle sobre o seu destino. Para ele, o progresso humano é um mito, e a esperança de que a tecnologia possa livrar a sociedade das contingências do mundo natural é apenas uma versão secular da promessa da salvação pelo cristianismo.

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