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Conferências

  • 2015 | Salvador
    As duas eras do Humanismo: do ideal democrático à revolução do amor.
  • 2011 | São Paulo
    Amor, filosofia, sabedoria e felicidade
  • 2007 | Porto Alegre
    As transformações no mundo contemporâneo e os novos significados da educação

Luc Ferry

Filósofo

Luc Ferry é o principal defensor do humanismo secular, considerado o herdeiro da tradição filosófica humanista. Em sua obra, enfoca um tema sensível em tempos de intolerância e fundamentalismo: a religião. Formado em filosofia pelas universidades de Sorbonne e de Heidelberg, fez seu doutorado em ciência política pela Universidade de Reims. De 2002 a 2004, no governo de Jacques Chirac, foi ministro da Juventude, Educação Nacional e Pesquisa. No cargo, além de melhorar a escrita e a leitura das crianças e adolescentes franceses e enfrentar greves de professores, se tornou polêmico ao defender a laicidade da sociedade e proibir o uso de símbolos religiosos nas escolas públicas na França.

Em 1985, ganhou notoriedade ao publicar um artigo juntamente com Alain Renaut, intitulado Le Pensée 68, no qual criticavam os pensadores pós-maio de 1968. De 1994 a 2002, foi presidente do Conselho de Currículo Nacional para o Departamento de Educação. Em 1997, foi nomeado para a Comissão de Reforma da Justiça e, em 2009, assumiu como membro do Comitê Consultivo Nacional de Ética.

Publicou mais de uma dezena de livros sobre temas que vão de Nietzsche à ecologia. No best-seller Aprender a viver – Filosofia para os novos tempos, aborda o essencial da filosofia em linguagem acessível, mostrando como a sabedoria pode ser o caminho para uma vida melhor. O livro recebeu o Prêmio Aujourd'hui 2006, um dos mais conceituados reconhecimentos para livros de não ficção na França. Em A revolução do amor, segue o pensamento humanista secular e afirma que o amor é o novo grande princípio da existência humana.

Luc Ferry entende que a filosofia traz as respostas para que o homem possa superar seus medos, que são os obstáculos que impedem que ame os outros e seja livre. Para ele, a vida privada e os laços afetivos e familiares são a última transcendência para um mundo sem religião. Recebeu os graus de cavaleiro da Légion d'Honneur e des Arts et des Lettres, e os prêmios Droits de l'Homme, pelo livro O homem-Deus – Ou o sentido da vida, e Ernest Thorel, por A sabedoria dos modernos, escrito em parceria com André Comte-Sponville.

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