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Fronteiras Educação pega a estrada para aula especial

Alunos do Fronteiras Educação 2017
Alunos do Fronteiras Educação 2017

Traduzir, para as novas gerações, os grandes questionamentos abordados no Fronteiras do Pensamento. Este é o objetivo da iniciativa Fronteiras Educação, que cria novas linguagens e formatos para ampliar o público e trazer, para a mesa de debate, os jovens do Rio Grande do Sul.

Abrindo o ano de 2017, o Fronteiras Educação viajou até Montenegro, onde os jovens foram convidados a refletir sobre os efeitos da intolerância no mundo. Com o pé na estrada para começar este episódio itinerante da iniciativa, estavam Lu Thomé, nossa editora de conteúdo, e Joana Bosak, professora da UFRGS e consultora do projeto. Ainda, o jornalista Rodrigo Lopes, que tem se tornado um grande parceiro do Fronteiras Educação.

Para Lopes, é um desafio crucial instigar os jovens a aprofundarem suas percepções, refletindo sobre os valores que nos unem e que nos separam para além dos fatos cotidianos. “A gente observa um aumento da intolerância. Nós estamos vivendo em um mundo de maiores divisões e como passar isso para as novas gerações, para que eles saiam desta nossa conversa com pelo menos alguma inquietação?", questiona o jornalista.

No projeto, alunos e professores sentam lado a lado para experimentarem esta nova dinâmica de aula + palestra, de debate + exposição que o Fronteiras Educação cria no palco. A professora Elizabeth Gonçalves celebra que os alunos puderam acessar “uma nova visão de mundo" que se refletia nos olhos dos adolescentes.

Falando em adolescentes, o Fronteiras não poderia deixar de dar voz a eles, o público deste projeto. E para Leonardo Primaz, estudante, “foi uma palestra que tocou bastante... Eu aprendi bastante também sobre a tolerância, sobre o respeito."

Já Vinícius Borba resume a lição do evento: “não importa se a pessoa é diferente uma da outra, não importa a cor da pessoa, o gênero da pessoa, cada um tem que respeitar."

Joana Bosak explica a ponte que o Fronteiras Educação busca desenvolver para atingir este novo público: “a gente tem que fazer uma tradução para questões que passem pelo dia a dia dessa juventude, dessa comunidade escolar, que é, por exemplo, lidar com as diferenças entre os colegas."

Por mais respeito nas escolas, nas famílias, nas ruas, nas cidades. A tolerância e a diversidade compreendidas nas salas de aula hoje serão refletidas nas nas relações pessoais, profissionais e sociais de amanhã. O Fronteiras Educação abraça esta causa e agradece a todos pela presença nesta aula do projeto, que já está completando oito anos de existência. Logo mais, o Fronteiras Educação será um jovem adulto também!