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Em entrevista à Braskem, Agualusa reflete sobre o poder dos livros no desenvolvimento da capacidade de diálogo.
O fanatismo vai além da política e da religião. Ele não reside apenas no outro, mas sim dentro de nós. Em fala exclusiva ao Fronteiras, Amós Oz resume sua obra, "Como curar um fanático".
Escritor britânico relaciona duas profissões aparentemente distantes: juízes e escritores. McEwan passa por diversos casos judiciais, traçando paralelos a obras de grandes autores.
Quando você escreve sobre Literatura, escreve para um ser humano ou para especialistas? Em um país cujos índices de leitura preocupam, a questão proposta por Todorov é mais importante do que nunca.
Escritor israelense e cofundador do movimento pacifista Paz Agora, morreu em Israel. Oz esteve no Fronteiras do Pensamento em 2017.
O poder da palavra, o poder de um professor, o poder de um filho. Cercas e Zambra abrem mentes e corações sobre suas vidas e sobre a seriedade da literatura em uma era de mentiras.
Chega de respostas prontas. Enfrentem os desafios junto com os alunos, diz Zambra em uma receita para desenvolver laços intergeracionais. Confira as respostas de Cercas e Zambra após conferência no Fronteiras.
O que os livros devem fazer por nós? Hugo Mãe conversa sobre as distorções de valores na sociedade atual e os caminhos para a felicidade.
Camus, Dostoiévski, Conrad, Kundera e outros autores que “iluminam a existência” são reunidos em obra de Finkielkraut, uma homenagem à capacidade da literatura de unir razão e emoção.
Escritor israelense faz relação entre os hábitos de consumo da atualidade, o envolvimento da sociedade com política e o desenvolvimento de fanatismos.
Apagamos amigos, nos afastamos de colegas, de vizinhos. Dia após dia, a nação se separa pela defesa de políticos que estão ou que concorrem ao poder. Vale a pena esta luta?
No palco do TCA, Agualusa emocionou o público com a memória de seu país e defendeu a potência criativa do otimismo e o poder transformador da literatura.
A realidade física das informações não basta para o entendimento completo de algo. É a literatura que abre portas para a empatia, diz diretor da Biblioteca Nacional argentina.
Mais recente obra de Damásio acaba de chegar ao Brasil. Em "A estranha ordem das coisas", o neurocientista retoma e atualiza as teses propostas em seu mundialmente conhecido "O erro de Descartes".
Franco-marroquina, Leïla Slimani encerrou sua participação no Fronteiras trazendo o olhar multicultural que sua história de vida proporcionou, um universo paralelo em um mundo repleto de barreiras.
Liberdade e identidade, culpa e maternidade, as lutas das mulheres, a capacidade da literatura de derrubar todas as fronteiras. Leïla Slimani responde as perguntas do público.