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Lições para promover a paz

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"O dinheiro que foi para os bancos europeus, os bancos americanos ou à indústria do automóvel em Detroit, para salvar da bancarrota, era muito mais do que todo o dinheiro dado em tantos anos para os países pobres. Enquanto os ricos e poderosos não acordarem para o desafio ético e moral do reequilíbrio social no mundo, vamos ter viveiros de extremismo." - José Ramos-Horta, Nobel da Paz

Na série especial de vídeos Lições para promover a paz, o Nobel José Ramos-Horta discute as sete lições que considera mais importantes para buscar a paz mundial.

Horta tem uma trajetória única nesta missão. Lutando contra a indiferença da comunidade internacional à causa independentista de Timor Leste, ele foi um dos principais nomes durante os 24 anos de conflito pela independência da ilha, ocupada pela Indonésia em 1975, guerra que matou quatro de seus irmãos.

Seus esforços pela independência pacífica de Timor, mesmo após a morte de 200 mil pessoas (metade da população timorense), foram coroados com o Prêmio Nobel da Paz 1996. Esta consagração lhe permitiu aumentar o alcance de sua luta pela libertação. Em agosto de 1999, o Timor Leste escolheu, por referendo, ser independente e Ramos-Horta retornou ao país após 24 anos de exílio.

José Ramos-Horta é um diplomata influente nas principais organizações que promovem a paz mundial. Nesta série, ele nos conta o que aprendeu ao longo de sua vida, cruzando tantas culturas e conflitos. Assista, abaixo, ao vídeo do qual extraímos a citação que iniciou esta notícia. Clique nos links para assistir aos demais:

1 Síria
2 Se seu inimigo é mais forte, não lute com a força
3 Não recorra à violência contra civis
4 Fortaleça as instituições internacionais
5 Combata a pobreza
6 Saiba influenciar pessoas importantes