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Simon Schama
A energia e a banalização da pintura abstrata

Simon Schama, historiador, professor e crítico de arte britânico, aponta os limites para a compreensão da arte. Segundo Schama, é impossível compreender como surge determinada expressão sem entender o contexto que a criou. Schama exemplifica com o expressionismo abstrato dos anos 50 – Pollock, Rothko e Kline – que explodiram as molduras e regras da arte do período para expressar a violência que sentiam com relação ao imperialismo norte-americano e à Guerra Fria. Conferencista do Fronteiras do Pensamento 2008.

Fronteiras do Pensamento | Produção Telos Cultural | Produção Audiovisual V2 | Montagem Alfredo Barros | Finalização Marcelo Allgayer | Tradução Eduardo Stigger, Marina Waquil e Mathias Eidelwein