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Fernanda Torres

Atriz e escritora

Fernanda Torres é uma das mais originais e reconhecidas atrizes do teatro, do cinema e da televisão no Brasil. Com formação na escola de atores O Tablado, fez sua estreia na peça Um Tango Argentino, da dramaturga Maria Clara Machado, e atuou em novelas a partir da década de 1980. Em 1986, recebeu a Palma de Ouro de Melhor Atriz no Festival de Cannes pelo filme Eu Sei que Vou Te Amar, do cineasta Arnaldo Jabor.

A atriz atuou em dezenas de produções. No cinema, destacou-se em Terra Estrangeira, de Walter Salles Jr. e Daniela Thomas, O Que É Isso, Companheiro?, de Bruno Barreto, e Casa de Areia, de Andrucha Waddington. Seu trabalho teatral foi elogiado em peças como O Império das Meias Verdades, de Gerald Thomas, Orlando, de Bia Lessa, e Duas Mulheres e um Cadáver, de Aderbal Freire-Filho. Desde 2003, encena o monólogo A Casa dos Budas Ditosos, com texto de João Ubaldo Ribeiro e direção de Domingos de Oliveira. Na televisão, com exceção de Luna Caliente, adaptação do romance do argentino Mempo Giardinelli, a maioria dos seus trabalhos foi pautada pelo humor. 

Em 2013, publicou seu primeiro romance, Fim, que conta a história de cinco amigos no Rio de Janeiro relembrando momentos da juventude. O livro vendeu mais de 150 mil exemplares e foi publicado em países como França, Holanda, Itália e Portugal. No ano seguinte, a atriz reuniu crônicas veiculadas na imprensa no livro Sete anos. E, lançado no final de 2017, o romance A glória e seu cortejo de horrores conta as desventuras do ator Mario Cardoso, dos dias de sucesso até o declínio. 

Fernanda Torres, atualmente, é colunista da Folha de S.Paulo e da Veja-Rio. Ela defende que a arte é um mercado a ser explorado e protegido, pois, além de gerar empregos e movimentar a economia, possibilita a educação e a integração social, funcionando como uma ferramenta para a diminuição da desigualdade.

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